SAN ANDRÉS, COLÔMBIA

PADRÃO DE TOMADA ELÉTRICA
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VISTA DA PISCINA DO HOTEL
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HOTEL VISTO DO MAR
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GHL SUNRISE BEACH HOTEL
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HALL DO HOTEL
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HALL DO HOTEL
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HALL DO HOTEL
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ROGÉRIO DE JET SKY
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PRATICANTE DE FLYBOARD
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DICAS DO RESTAURANTE VINERIA
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TETO DO VINERIA
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FUNCIONÁRIAS DO RESTAURANTE VINERIA
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DETALHE DA COLUNA DO VINERIA
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PASSEIO NÁUTICO: FILA INDIVIDUAL COM NO MÁX 3 PESSOAS
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AQUÁRIO
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AQUARIO
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INTERAÇÃO NO AQUARIO
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OS TRÊS TURISTANTES
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MAGALI
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MAGALI
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OS TRÊS TURISTANTES E JAMESSON AO FUNDO,EMBARCADO.
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MAGALI
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A SEGURANÇA DA EMBARCAÇÃO.
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COM UMA ARRAIA NOS BRAÇOS
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COM OUTRA ARRAIA NOS BRAÇOS
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NAVIO ENCALHADO NO AQUÁRIO

 

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TIRANDO ONDA COM O MUSTANG
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MULE – VEÍCULO DE ALUGUEL MAIS UTILIZADO
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EM VOLTA DA ILHA – ONDE ESTÃO AS MELHORES PRAIAS
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COLORIDA CONSTRUÇÃO TÍPICA
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COLORIDAS CONSTRUÇÕES TÍPICAS
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COLORIDA CONSTRUÇÃO TÍPICA
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TEMPESTADE ÀVISTA
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PRAIA DE PEATONAL – CENTRAL
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PRAIA PEATONAL
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EU E O PIRATA HENRY MORGAN
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FLYBOARD JETPACK NA ÁGUA
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TURISTANTE FELÍCIO NO DECK DO HOTEL

 

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PANORÂMICA DO AQUÁRIO – A TRANSPARÊNCIA DA ÁGUA

A Colômbia tem a segunda maior população da América do Sul, depois do Brasil, e o terceiro mais populoso da língua espanhola, depois de México e Espanha.

É banhada, a oeste, pelo Oceano Pacífico e ao Norte, pelo Mar do Caribe. A leste limita-se com Venezuela e Brasil, ao sul, com Equador e Peru e a noroeste, com o Panamá,  mantendo ainda fronteiras marítimas com a Venezuela, a Jamaica, o Haiti, a República Dominicana, a Nicarágua e a Costa Rica.

A população colombiana é composta por descendentes indígenas, seus primeiros habitantes, miscigenados por colonos e exploradores espanhóis, os africanos, pra lá igualmente levados como escravos, e as levas de imigrantes europeus e do Oriente médio de um modo geral.

Sua geografia abrange os Andes, onde se concentra a maioria de seus centros urbanos, a Floresta Amazônica, pastagens tropicais, além dos litorais do Caribe e do Pacífico. Ecologicamente a Colômbia é um dos 17 países do mundo classificados como megadiversos, ou seja, os de maior biodiversidade por unidade de área. Atualmente, na Colômbia, existem 56 parques nacionais.

Inicialmente indígena, via a chegada dos espanhóis chegarem por volta de 1499 e, com as ações de conquista e colonização, causaram a morte ou a escravização de mais de 90% de seus habitantes.

A partir de 1960, as forças do governo, os rebeldes de esquerda e os paramilitares de direita desenvolveram o conflito armado mais duradouro de todo o continente, que parece agora estar chegando ao fim, com a recente assinatura de um acordo de paz entre as partes.

Como principal ator deste cenário foram criadas, em 1964, as FARC (Forças Armadas Revolucionárias Colombianas), grupo que na década de 1990 chegou a dominar mais de 40% do território nacional e contar com mais de 18 mil combatentes, espalhados pelas extensas e pobres áreas rurais do país.

A principal fonte de renda deste grupo vinha do tráfico de cocaína, e nesta época, o país detinha a maior taxa de homicídios do mundo.

O país é dividido em 6 regiões naturais, orientados por seu clima, eco-sistema e relevos, a saber: Região Amazônica, Região Andina, Região Insular, Região do Pacífico e Região Caribenha e a Região Orinoquia.

San Andrés, ou Santo André, é nosso objetivo. Capital do Departamento ou Região, faz parte do arquipélago de San Andrés e Providência, localizado do Mar das Caraíbas, mais próximo da Nicarágua, de Honduras e Jamaica do que da Colômbia, sua soberania é contestada pela Nicarágua. Este arquipélago é constituído de três ilhas: San Andrés, com 26 km², Providência, com 17km² e a minúscula Santa Catalina, com apenas 1 km².

A língua oficial é o castelhano, embora o inglês crioulo, bastante parecido com o falado em outras ilhas do Caribe, seja difundido.

Entre os dias 15 e 23 de setembro, estive na ilha de San Andrés, em companhia dos amigos Rogério Canto Costa e Felício Atta.

A hospedagem adquirida através da Decolar.com foi no GHL Sunrise Brach Hotel, na bela Av. Newball, 4-169, um belo 4 estrelas, que nos custou R$ 2.826,00 (R$ 339,30 mais R$ 109,20 de taxas) por um apartamento triplo Standart, com meia pensão, ou seja, café da manhã e janta. Além das taxas já pagas, foi cobrando ainda uma taxa de turismo no valor de COP 47.000,00 e Seguro hoteleiro diário, no valor de COP 3.000,00.

Como o pagamento foi feito em fevereiro de 2016,  foi pago o correspondente a US$ 684,27. Atualmente esta relação é de no mínimo US$ 831,18.

A impressão adquirida foi muito positiva, não podendo deixar de registrar aspectos com o  da segurança, apesar de um país que enfrenta uma guerrilha a mais de 50 anos, atualmente em processo de construção de paz.

A primeira providência é referente a dinheiro. Como a moeda local (COP- Peso Colombiano) somente é comercializada no país, os brasileiros costumam levar Tanto Reais como Dólares Americanos, de fácil troca. O cuidado é não efetuar o cambio nos cambistas ou casas de cambio atuantes na área do aeroporto local, cujas taxas são sempre desvantajosas para o turista. No geral, trocamos moeda com cambistas encontrados na rua, no centro da cidade, sem nenhum problema, na faixa de 600 a 700 COB por Real ou 2.700 COB por US$. Interessante também, se não houver planos de voltar à Colômbia, é gastar todo o COB trocado, visto que valem apenas no país.

A ilha tem um transito organizado, se comparado ao da maioria das capitais brasileiras, onde os motociclistas não são obrigados a utilizar capacete, sendo proibido em certos lugares do país, exatamente por conta da guerrilha.

Um aspecto surpreendente é o valor dado ao turista, à sua satisfação. Vi casos de reclamações, logo resolvidas com a presença de policiais, educados e disponíveis, dado o baixo nível de violência da cidade.

Outro aspecto a destacar é a educação e gentileza da população local. Certamente pela importância da renda proporcionada pelo turismo, maior fonte de renda local, mas nem sempre se vê isso.

O transporte público na Ilha é feito através de micro – ônibus, nem sempre em bom estado, mas constantes, e sempre com média ocupação. Existem muitos carros comuns, e os táxis, em sua grande maioria, são antigos carros americanos, imensos, mas em geral de boa conservação.

Para os turistas, existem disponíveis tanto scooter’s quanto carros de golf elétricos, além das Mules, veículos assemelhados a quadricículos com teto portas e volantes. Confortáveis, alugamos um para dar uma volta completa pela Ilha. Satisfaz plenamente, inclusive pelo preço cobrado (COB 150.000,00) algo em torno de R$ 160,00, ou US$ 54,00.

De admirar ainda a qualidade do calçamento das ruas e avenidas. Ainda existem alguns trechos de asfalto, como os nossos, mas a grande maioria do calçamento, inclusive da estrada que circunda a ilha, é calçada com concreto, de aproximadamente um palmo de espessura (23cm). Com isso, destaca-se a baixíssima incidência de acidentes de transito, principalmente de motos, na região.

Muita atenção especial deve ser dada aos passeios, que são um capítulo à parte. Existe sempre, nas cercanias dos pontos de embarque ou nas redondezas dos hotéis, os “intermediários” ou “corretores”, que muitas das vezes cobram valores maiores para acompanhar os turistas até os guichês e se apresentarem como responsáveis pela venda.  A melhor prática é se livrar deles e ir pessoalmente aos locais.

Outro problema encontrado com relação aos passeios parece até brincadeira. Em uma praia, de um lado vendem o passeio para o Aquário, onde realmente muitos peixes passeiam entre os banhistas, que podem alugar snorkel e máscaras de mergulho no próprio local. Do outro lado desta mesma praia, é vendido outro passeio com sendo a interação com as Manta Raia. Um passeio, pela manhã, custa COB 30.000,00 (R$ 35,00) e o outro, à tarde, COB 25.000,00 (R$30,00). Ocorre que um, é vizinho do outro, descoberta que só é feita quando do segundo passeio, ao se reconhecer o Aquário a pequena distância, uns 50 metros, senão menos.

Outro capítulo à parte é o item alimentação, baseada em frutos do mar. Os preços bastante razoáveis para a qualidade e quantidade servida, em torno de COB 25.000,00 a COB 60.000,00 (R$ 30.000,00 a R$ 65.000,00). No entanto, o arroz é bastante diferente do nosso, me pareceu mais “pesado” assim como o feijão, e estranhamente, a batata. Esta, não vi nem no Mac’Donalds. Usam uma fritura feita de banana desidratada, cuja textura se assemelha, mas muito dura, e de sabor duvidoso, pelo menos para o meu paladar. Fomos muito bem atendidos no Restaurante Vinéria e também no TITANIC 2, onde fomos muito bem atendidos pela proprietária Glenia Cantilho e servidora Diana, sempre sorrindo.

Finalizando, a par da grande beleza do lugar, da gentileza do povo, da segurança transmitida e do respeito aos turistas, tenho certeza de que em diversos lugares do Brasil encontramos beleza igual. Praias como as nossas ainda não encontrei lá fora. Precisamos apenas de mais educação para o povo e de mais importância para o turista.

Volto lá sim.

Solonel Jr.

Amante de fotografia, sangue cigano, inquieto por natureza, bancário por profissão, aposentado por sorte, jornalista por desaforo (registro nr 1.528/MA), turistante por vontade. Sou eu.

2 comentários em “SAN ANDRÉS, COLÔMBIA

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